(...)À noite, em sua contemplação infinita às estrelas, encontrou em olhos cor de mel, uma estrela cadente, carente de pedidos. E, sem poder resistir, retirou a máscara, as vestes, e fez da Lua, o lado constante de todas as estações, o seu escudo.
Naquele habitat de São Jorge, onde o homem se desarma na magia infinita de sua fases, procurou ser crescente, nascer com os outonos, desabrochar com a primavera, lapidar-se com o inverno, e, quando preciso, ultrapassar nuvens densas, dias nublados, feito a força do sol que não desiste, mesmo que a chuva caia.
Foi aí, que ela passou a permitir chegadas e fez de seu coração sua sala de estar, num arrebol de sentimentos e emoções.
"O tempo voa, vira fumaça,
as vezes não parece,
mas tudo passa..." (Dudu Falcão)
Conte segredos, confesse a confusão que se passa por dentro e a distância que tudo isto causa entre o ego e coração.
Não permita que entrem na sua vida para fazer você se perder em si, e deixar que ela se encarregue de te trazer de volta.
Viva o passo, as pegadas feitas pelos traçados dos pés que seguem em frente, sem esse medo de que o fim seja preciso, antes mesmo do início.
Seja fatigado de emoções, e, mesmo assim, ainda saiba viver só. Prefira a busca desse labirinto tedioso do que ter de ficar a esmo das decisões. Paixão não alimenta coração, nem há tempo definido para que o amor aconteça. Não deixe que subestimem o que tens a dizer .
Não adianta, (re)viver o passado já não trará os mesmos sentimentos, nem a espécie de amor que se acredita existir. Acredite no presente, no que se tem ao lado, tenha paciência com a irreverência do outro.
Descuido serve de lição, maneiras de não dizer, e despedidas dão imunidade ao coração, esta batalha também se vence em parceria com o tempo. Hoje, queira quem te quer, embora, na sua autosuficência seja difícil acreditar.
Tenha respostas na realidade, não precisa mais inventar, criar o que não existe para, quem sabe, conseguir o que quer. Agora o amor, de fato, existe.
Aquilo que passou, pquilo que passou,ato, existe. tem ao lado,o pela certeza que temos quando tudo passa, quando o outro se encontra, e a gente se assou. Descuido faz a gente pagar caro pela certeza que temos quando tudo passa, quando o outro se encontra, e a gente se perde.
A memória é um abismo, não queira acreditar nas lembranças para forjar saudade, afaste-as do seu cotidiano, livre-se da falta que ela faz.
Chegou a hora de pôr os acontecimentos em ordem cronologica. O presente é agora, o futuro vem mais adiante, e o passado a gente põe na primeira caixa vazia que se encontrar pela frente. De lá, selecione o que te faz bem, mas livre-se das promessas. O resto deixe trancado à sete chaves, se precisares abrir novamente, resgate apenas o que te fará feliz, e deixe novamente aquilo que não volta mais.
Não procuro propósitos ou porquês, sei apenas que ela apareceu como ligeireza de vento que anuncia flores e destino. Permeado de sentidos, suas palavras me edificavam o coração, numa prosa lírica que me detinha os poros em sutileza.
Não teceria redes para escapes ou senões. Ele a tecia de cordões imaginários das vontades, dos desenhos do vento açoitando os cabelos dela no ar, feito vela, feito chamado de perdição.
A pele de cor mulata extraía a íntima relação da lua com o sol. Chamava-lhe atenção à tessitura de seus lábios, os olhos redondos feitos jabuticabas que comandavam sua retina pelo tino de suas certezas.
Ela tinha meridianos na boca, e mares secretos na saliva, e no seu corpo a erosão apenas esculpiu encostas e escarpas a serem escaladas. Sorria como quem acende mirantes e quando ele a viu meeira de rosas, soube que as rotas de todas as viagens poderiam se dar num único caminho.
A sensação daquela entrega se compunha de pétalas vermelhas, num breve, e mais lindo ramalhete a ser entregue numa manhã nua, crua de sensações. O sorriso não esperado, se tornava o portal de uma felicidade em nuvens, eternizado na memória daquele céu azul.
A manhã era nua, as pétalas exibiam sua nudez de língua desnecessária, e a dona, senhora do mundo, era nua sob a roupa, vazante da doma que sabia ter, em pelo, em poros, em aceiros de distância. Ela se sabia roubada, sob seus dedos, explorada sob seus olhos, percorrida sob sua imaginação, e todas as purezas e hóstias comungariam sob sua vinda e todas as indecências se acomodariam á sua falta.
Dueto com o Colunista e amigo Cesar Oliveira http://www.emporioletras.blogspot.com/ .
Antes de você, dentro de mim, morava um anjo torto, de asa quebrada, sem aureola e carinha de boa vontade.
Este anjo, chamado saudade, tinha olhar distraído, contemplações instantâneas, faíscas nos olhos. Me cutucava dia e noite, e os seus pezinhos eram todos de lembranças. (Des) gostosas lembranças, memória incrédula, destituída de valores.
Com a sua chegada o anjo regenerou a asa quebrada, ficou com cara de bobo, olhar apaixonado, pezinhos na realidade, mãos de segurança, e me carrega no colo pra onde vai.
Este anjo, hoje, se chama certeza, de sobrenome felicidade, e tem certidão de nascimento registrada em vinte um de agosto de dois mil e nove.
Todos os dias, cheio de vontades, este anjo renasce mais ainda em mim.
O fundamento deste sim é a junção do introspectivo com a profusão de atitudes expostas à pele. Na complacência deste corpo, e em suas extremidades, me reveste de pertinência o meu lado cálido, a perversidade do meu intimo aflorado entre os desejos pecaminosos e os diálogos inocentes, cheios de cuidado, sutiliza, formas extraordinárias de bem dizer por quanto se vive.
Na superstição, o branco é a cor da relva interior que reveste os pensamentos. Neste espírito em paz, o santuário do corpo estabelece a relação necessária às contradições versadas entre a carne e a alma.
Buscastes o eco de tuas decisões dentro de uma acústica imprópria. Dentro de ti mora uma única voz, onde o retorno do som chega com as tuas respostas. Quando se cala pra pensar, o ser é inundado por um nicho de palavras que se desvendam pelo corpo, e descobre-se que até mesmo o silêncio é enfeitado por análise sintática.
Não sei onde começar a calar, nem se quero, tenho vivido de maneira estridente, eu tomo goles de letras, e me embriago de frases. Depois, vêm a contextualização, a narrativa de muito esmero, residente da rua dos bobos, casa dos apaixonados, onde o número é zero.
A gente se apaixona neste sentido, acreditando ser o primeiro, o último, o único, buscando silêncio com respostas, e, inevitavelmente, fazemos mais perguntas que tudo. Ontem eu apenas descobri o meu Sim, e nele me vi em velocidade, renovada, intacta, em cores de uma única frase: Você é meu SIM, e isto está composto de sentimentos com sentido. No inverso do que nos move, a minha boca te ver e os meus olhos te beijam.
Tu brincas de desvendar os meus segredos tornando-os confissão para os teus pensamentos na tentativa de entrar nas minhas palavras. E eu aqui, sem te dizer nada.
Não disse que seria de brincadeira todo o conto de fada que vivestes no teu imaginário supersticioso de fazer dar certo o que já começou completamente errado.
O corriqueiro de nossas conversas, de bem dizer sobre verdades impostas para nós dois revelam a condolência que existe em nossas mentiras. É engraçado, todos sabem, menos nós. Nós dois que somos a trama mais perfeita dessa situação pulverizamos nossos corações, e reduzimos o mesmo a abastarda resistência de não saber nos darmos com as próprias fraquezas.
É covardia banalizar o ego ao não dizer, embora, esteja completamente dito. Te encontro por aqui quando não quero, quando recordo do delito que cometestes contigo mesmo ao acreditar nesse jogo, tu fugidio, eu mestre de orgulho e interprete da solidão.
Nós entramos num acordo, me propusestes receber desprezo sem que eu realmente quisesse tê-lo, e desvendastes à minha criatura à força habitual que me move 360º. Eu não volto por descuido, nem por promessas, muitos menos pela habilidade que tens em mostrar a eminente bondade dos teus gestos. Eu gosto de certezas, eu prezo por verdades, e ainda que tenha de me dar com fatos, proposições, suposições para construir narrativas, no meu coração não se pode mais titubear.
Desde que eu descobri os efeitos colaterais da dúvida, eu opto por certezas, e isto têm me feito ser amante de mim mesma, intacta de pontos finais, ciente do que não comove mais.
Um mundo de estrelas invisíveis onde à exatidão do brilho converge à busca do que é refletido na retina, na imagem consciente de que em teus olhos pulsa meu/teu coração.
Tenho medo do que sinto, do que faz girar, retomar o que antes estava estático, desacreditado, inconseqüente, querendo correr léguas dessa terra completamente desabitada.
Hoje eu acordei sentindo. Isto mesmo, como se um casulo estivesse prestas a ser rompido, e, pelo menos, mais uma vez, esse borboletário furta-cor viesse a me deixar meio boba, meio menina, menos sã das minhas tolas razões. E eis que eu sinto a vontade de dizer o que está à ponta da língua, e andar na ponta dos pés, como se tudo dentro de mim apenas levitasse.
Quando me devolvem o meu próprio lugar é onde eu consigo ser mais leve, onde o meu lado blasé se esvai pelos meus cinco sentidos e purificam meu coração com coisas marcadas, mãos, lábios, olhares e abraços. Eu sinto um encontro particular com uma esfera maciça de incertezas. Por aí, mais uma vez, eu me debruço e deixo que o mundo me engane primeiro, para que depois eu esqueça.
Vai ser assim, sem gravidade por dentro, com pés no chão, que darei asas ao coração, e se tudo ameaçar ser como era antes, eu volto pro meu nicho sagrado de silêncio, e refaço meus quilômetros, minhas frases, meu próprio convívio. Mas hoje, entenda: Eu apenas sinto.
Juras eternas e fatigadas. Precipício de certezas. Sonhos diurnos de vontade infundadas. Laço aberto. Nó desfeito. Peito largo. Coração miúdo.
Quem me trará a condição exata de viver entre sóbrios sacrifícios, relampejados nas autocobranças de me ter inteira?
Hoje me quero em partes, sem essa necessidade de desvencilhar os meus mistérios, de tecelar responsabilidades cotidianas que mostram o quanto a vida adulta é desgastante.
Quero o silêncio das estrelas bem dentro de mim, para que tudo brilhe,sem me ofuscar de confusão e incertezas. Borboletas não habitam mais meu estômago têm um tempo. Paixão é solidão desmontada, quebra-cabeça sem encaixe, a última peça foi pra fora da caixa ainda antes de ser fabricada.
Estar vazia, leve, sem ter o que pensar, habitada por lacunas, em reticências. Chega de pontos finais!
Pequenas palavras escondidas nas entraves da minha alma pra recompor as minhas forças. Tons claros e música.
Quero selecionar meus diamantes internos, ausentar-me dos planos pelo menos por um dia, fugir da ebulição dos meus pensamentos, sentar numa redoma de flores onde tudo me possa exalar amor.
Algumas horas de descanso de mim mesma, com aminésia para um Eu despedaçado em fatos e esgotado em emoção.
Dias mágicos que se salvem, aliás que me salvem, porque têm sido bom demais pra ser verdade essa aventura instigante de nordeste e norte. Depois de três dias na estrada, conhecendo Fortaleza, Piauí e Maranhão, chego ao destino final que nada mais é do que Belém do Pará.
A cidade é quente, mas tem um jeitinho aconhegante que conquista a gente mesmo nesse sol escaldante de 35 graus!!!
Já visitei tudo que vocês imaginarem, além de outras tantas feitas e historinhas que só aqui mesmo pra acontecer. Sendo justo, um belo curso sobre direito ambiental...
Além das companheiras maravilhosas de viagem, nada poderia ser diferente, dia 28 retorno para casa e prometo escrever por aqui. No mais, só nos resta esperar a próxima parada, que agora terá direito a muito frio, Bariloche nos espera!
Vêm, corre aqui, senta aqui bem do meu lado e me fala um pouco da integridade da palavra amor, se é mesmo sentimento, loucura, de sua mensuração ou do descaso que ele causou em teu ego, a gente passa a vida procurar definição, agora me ensina...
Diz um milhão de coisas sem sentido que eu vou achar bonito, vou querer te ensinar de novo o instante, o colapso nervoso, o frio na barriga, o veneno mais gostoso, os contornos sem precisão, as horas que não seguem...
A tua roupa preta está bordada de arco-íris, o teu olhar transborda sorrisos, os teus sorrisos nos dão a visão. Quantas alegorias carregas em teu pescoço, brincas de circo, trapezista, mágico, até brincadeira de palhaço, macaco orangotango, leão.
Ali, em cima do armário tem potes de afeição, um deles é teu, carrega, põe na mesa serve à tua casa, mas tenha paciência com a digestão... Digerir amor não é fácil, é preciso respeito, doses de perdão.
Sabe, o amor tem dessas coisas, a gente atravessa os sentidos, põe rodinhas no coração e quer ultrapassar o tempo errado como se fosse certo.
O amor é canto de pássaro encantado (ninguém vê, só ouve), é brincadeira de criança misturada com a maledicência de adulto. Não desvaira quem quer, quer sempre e depois desvaira.
Ele escorrega, queima, faz dodói, cai, mas levanta. Amor que é amor levanta, dar a mão, insiste, acalma, abraça, conforta, briga, tem imperfeição. Não têm artigo, nem gênero, têm apenas verbo de ligação.
Repete: Eu te amo, de novo... Eu te amo... Sujeito x Ação, amar é conjugado, é forte, é presunçoso em incorreções... Agora eu sinto, a frase existe e eu te digo de novo; o amor entrou em ação, sossega, resistir não é regra, se entregar é o primeiro passo da paixão, mas se você pediu amor respira fundo, abre as portas, ele vêm vindo...
Eu sou a palavra em vida. Enlarguecida nesse corpo miúdo pela minha intenção de dizer e ouvir.
Sou o gesto pleno, sou o amor envolvido entre a carne e o osso.
A falha mais presunçosa desse ser chamado humano que erra, peca, cai, mas levanta.
Sou a fase crescente da LUA, embora, muitas vezes, me sinta constantemente CHEIA.
Mas é o AMOR que me faz assim, sobre as faces de uma única que se condensa em um sorriso largo, tão persistente em dizer: Eu sou Luana,e vivo por ai entre as palavras versadas em uma vida completamente real e minha, regida por toques mutáveis de tristeza e alegria.
Pelotas poderia ser um destaque internacional em varias áreas: Gastronomia. Patrimônio Cultural. Eco-Culturismo.Cinema & Teatro.Dança. Informática. Turismo G...
*Foi à muito tempo, bem sei. Uma lembrança que deveria ter adormecido em meu
peito, esquecida por um tempo e não doendo, ao brilhar fresca em minha
mente. ...
Nesses dias, quando tudo, exatamente tudo me irrita e me faz ter vontade de
esgoelar todos na minha frente. O melhor mesmo é me aquietar, pensar em
coisas ...
Abandone a mente que pensa *em prosa*; reviva outro tipo de mente, que pensa
*em poesia*.
Ponha de lado toda a sua perícia em silogismos; *deixe as cançõe...
Semana passada, participei da Semana Nacional de Criação, o evento realizado
pelo Papo Criativo reuniu feras da publicidade como Daniela Meirelles –
direto...
Perguntas-me e eu respondo. Não tenho problema nenhum em admitir que és
brilhante. Intelectualmente fascinante. Irresistivelmente carismático.
Naturalmen...
Chega ao mundo, mais um pedacinho gente, tão pequeno e tão lindo, que dá até
vontade de ter um...
Eu Déia e Brito ansiosos e agoniados com a oportunidade ...
*(CONTINUAÇÃO) *
**
*Passada esta longa ausência vamos hoje dar seguimento à história, num
registo livre de humor, esse, fica para o final. Para já, é neces...
Singatoba é o café do Special Club da Nespresso para esse final de ano.
O café, produzido na Sumatra, é encorpado e tem notas cítricas que sugerem
certa aci...
Quadro - Noite Estrelada. Por: Van Gogh
Parte 8
Detive-me em demasia sobre determinados pontos, esquecendo-me por completo a
sua totalidade, e desta fo...
O bonito é que a cara é conhecida. O desejo é conhecido. Os passos estão no
mesmo ritmo. Tantos olhos já viram.
É.
Mas o amor é de agora. Vivendo, sem ningu...
Fiz um doce sem açúcar
troquei as asas por um par de botas
plantei um pé de não sei o quê
amarei uma margarida no rabo do gato
pulei o muro e achei meu lar
s...
Admito, não tenho exatamente um humor de princesa pela manhã. É um período
meio negro do dia, em que sou naturalmente séria e quieta, não muito
propensa ...
Me arrepiei ao ler esse e-mail. Muito bem escrito e real! Não ao ato Médico!
Ahhhhhrg!
"Caros senhores favoráveis ao Ato Médico,
Se o grande problema é "...
*“No traço da voz...”
*Exposição de Luyse Costa
Show de Érica Maria
Dia 08/11/2009
Livraria Cultura, Recife Antigo, às 17h; gratuito.
Meus rabiscos estão a...
*[imagem: devianart.com]*
Os meus livros com os teus discos
melodias.
Um dia que amanhece
meu olho no teu
bocas, mãos, laços.
O mundo que pára
e aquela dan...
Todo mundo já falou bastante sobre isso, inclusive eu no Twitter (@alinerivas), mas o que eu não disse é a minha ideia sobre um protesto decente.Pra quem não...
Sentia o mundo palpitar docemente em seu peito, doía-lhe o corpo como se
nele suportasse a feminilidade de todas as mulheres.
*Perto do Coração Selvagem*
Sr. Poeta Devasso
Adoro esse olhar assustado
de quem não sabe o que vem
se é pela frente aguardado
ou por trás tal me convém
Gosto quando de bom grado
cheg...
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
*Não é a magia,*
*não é só a paz*
*que a minha *
*alma procura...*
*Não é o ópio*
*da velocidade atroz**,*
*é a aventura *
*do novo ...
*(...)* aí, voltei de novo! É, voltei. Visitei, durante o tempo que estive
longe do MEU barraco, alguns de vocês e a vontade de voltar, bateu. O tempo
cont...
[imagem: deviantart]
*"Outra coisa que penso quando me lembro daquelas uvas cor-de-rosa é que, na
vida, as coisas mais doces custam muito a amadurecer".*
...
*Desculpas
*
Desculpe-me pelas coisas tolas
palavras insaciáveis de horror
inconstâncias controversas de bem querer
naqueles tempos, ermos, de outrora
sem co...
Hoje, fui escalada para aplicar prova para crianças do 5º ano do ensino
fundamental. Estava feliz, contente, pois estou DURA e ia ganhar um dinheiro
no fin...
Desabrocha ao mundo, a mais rara e bela flor
Vestida de pele seda, pétala sideral
De angélica figura, de rareza tal
De louvar aos céus, tal beleza e prim...
*Pérolas Aos Poucos
*Composição: Zé Miguel Wisnik e Paulo Neves
Eu jogo pérolas aos poucos ao mar
Eu quero ver as ondas se quebrar
Eu jogo pérolas pro c...
as cores mudaram e acabou o ar.
tudo escureceu mais ainda era dia, e não era chuva.
dançando com o vento mesmo que ele tenha ido embora... numa súplica
imen...
Seu desejo esconde uma resposta
Basta enxergar o mundo ao seu redor !
Esquecer por um minuto
de tudo que te faz sangrar.
Viver intensamente sem pensar
Ou pen...
Sou homem, mas isso não quer dizer que tenho que carregar o mundo nas
costas.
Não sou Titã!
Vou então carregar nosso mundo, o mundo onde você e eu construi...
Cansei de me esconder no topo da vida. Às vezes eu preciso mesmo de um pouco
de sombra, dessa umidade reluzente que protege os meus braços do calor
imposto...
*Amigos (as) internautas devoto e consagrado ao Sagrado Coração de Jesus
apresento-vos o novo blog; **www.jesuslouvoreadoracao.blogspot.com/*
*Agradeço ant...
Pouco tempo para bloguear, mas não posso deixar de participar da rede blog
deste mês, especialmente pelo fato de tratar-se da importância dos blogs.
Desde...
"Gilda, a mais velha, sabia rimar. O pai deu contorno ao futuro: a moça
seria poetisa. Mais ela versejava, menos a vida nela versava. Esse era o
cálculo de...
*O SENHOR TEM TRAZIDO AO MEU CORAÇÃO UMA REVOLTA SANTA!
EU NÃO AGUENTO MAIS VER A FALTA *
*DE COMPROMISSO DESSE POVO
QUE ALTO DENOMINA GERAÇÃO ELEITA,*
*ESC...
"Uma pessoa, quando tá longe, vive coisas que não te comunica, e tu, aqui,
vive coisas que não a comunica. Então, vocês vão se distanciando e, quando
vocês...
1 - Nasci no segundo dia do décimo mês da vigésima terceira hora de uma noite quente de um domingo de lua cheia no sexagésimo oitavo ano do século passado. (...
A minha estimada leitora Angélica Lins fez questão de me galardoar com mais
um selo!!! Bem, recorro à minha modéstia e declino inicialmente… mas seria
mu...
O Brasileiro e a síndrome do cachorro vira-latas
Faz algum tempo que li um livro de Nelson Rodrigues o qual era a reunião de
todas as suas crônicas esporti...
[image: fechado]
Ando um pouco desanimada, sem inspiração, sem vontade de fazer nada que
exija muito de mim ...
Desculpem minha ausência, desculpe minh...
E agora...
Já não me anulo
Estou completa
Dentro de mim sou o que sempre quis
O que já fui um dia e esqueci
A felicidade é indescritível...
Ser e não deve...
de bisturi como batuta enquanto esculpia poemas na carne fria
lembrou-se dos estupros dos selváticos monstros encavalitados na sua mãe
entre os silêncios su...
[image: Posted by Picasa]
hoje sou só um lacinho
vermelho
me rindo
me gozando
me bastando
hoje ainda sou um lacinho
vermelho
de camisinha
te dizendo...
Um dia a lágrima disse ao sorriso: invejo-te porque vives sempre feliz.
E o sorriso respondeu: engana-te, pois muitas vezes sou apenas o disfarce da
tua d...
Minha querida,
Não ando nada bem. Sinto dor. A dor da perda, a dor do erro, a dor da ferida
que não sara. Tento arrancá-la do meu peito, mas não consigo. N...
É triste
Ouvir tua voz
E não poder te possuir
Isto às vezes
Chega a me sufocar...
Pela noite
Ao invés de estarmos
Acariciando-nos
Estamos tão distantes
...
*http://saudades-futuro.blogspot.com/*
*(Fragmentus)*
Três pequenas fadas-anjo esvoaçam na Floresta de Saudade. Cintilam,
branco-energia, que ilumina a p...
Por motivos diversos, ocupações de trabalho, financeiras, doença familiar,
terei de interromper as postagens temporariamente. Aviso, para não ser
injusto c...
O vácuo? O vácuo é a mente perdida
a perdição das ideias e das formas sensíveis
é o vazio da vida que entontece a consciência,
adormecendo-a... bebendo do cá...
Olá, primeiro, gostaria de pedir desculpas pelo sumiço, andei um pouco ruim
de saúde, e bem abalada emocionalmente devido algumas mortes de pessoas
querida...
Guys...I'm so sorry,but I'll have to interrupt this story,because I'm
leaving in two days.The good news is that I've created a new blog,the Little
Girl hit...
quem disse que bandas de folk-metal só devem falar sobre duendes, fadas e
coisas assim?
La Costa Del Silencio - Mago de Oz
El mar escupía un lamento
tan...
***ADVERTÊNCIA***
O VÍDEO A SEGUIR CONTÉM INFORMAÇÕES MUITO VALIOSAS PARA AQUELES QUE SE
PREOCUPAM COM PROBLEMAS ENVOLVENDO TODAS AS COMARCAS DA NOSSA SOC...